Desnorte
Prolonga-se o fim e o fio invisível que nos devia guiar amarra-nos a coisa alguma. Os gestos doem, como se saídos de velhas almas artríticas enterradas nos escombros do riso. O dia-a-dia mata-nos os sonhos.
Não quero isto.
Não quero isto.

2 Comments:
Finalmente...
A começar bem, a nossa querida Lia.
É este o teu "quarto escuro"?
O dia-a-dia mata-nos os sonhos, é verdade.
E depois, temos que arranjar outros...
Quisses.
(Barfly)
Esta é a minha gaveta dos murmúrios... não sei como se fecha à chave, e se calhar ainda bem porque gostei que tivesses vindo. Estou em crise.
Como é que se arranjam outros sonhos?
Beijos
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